Antes de compartilhar essa informação, é importante entender o que realmente aconteceu.
A decisão do ministro Dias Toffoli, no TSE, é cautelar. Ela suspendeu medidas relacionadas à propaganda eleitoral digital, aos recursos do Fundo Eleitoral e à participação de Renan em debates, entrevistas e sabatinas.
Isso é diferente de uma cassação definitiva da candidatura.
A discussão surgiu porque, segundo a decisão, perfis utilizados pela campanha foram informados à Justiça Eleitoral depois do pedido de registro da candidatura. A defesa afirma que houve um problema técnico e nega qualquer estratégia para obter vantagem eleitoral.
A questão precisa ser analisada com seriedade.
Houve uma irregularidade?
Houve intenção?
Houve vantagem eleitoral?
As medidas adotadas são proporcionais aos fatos?
Essas respostas devem vir da análise das provas e da aplicação da lei, não de narrativas políticas.
Também não é correto afirmar, sem prova, que tudo é perseguição. Da mesma forma, não é correto tratar uma decisão cautelar como se já existisse uma condenação definitiva.
Ninguém está acima da lei. Mas ninguém deve ser retirado de uma eleição sem fundamento jurídico e provas suficientes.
No final, não é sobre ser a favor de Renan Santos ou de Dias Toffoli.
É sobre exigir uma Justiça Eleitoral que aplique as mesmas regras a todos.
Antes de escolher um lado, conheça os fatos.
Menos torcida. Mais Direito. Mais fatos. Mais democracia.